O Estado de Mato Grosso poderá ganhar, já nos próximos meses, o Programa Permanente de Especialização nas áreas de Pediatria, Medicina da Família e Clínica Geral. O deputado Nilson Santos (PMDB) apresentou projeto de lei que cria os programas, com o objetivo de oferecer incentivos para que os futuros residentes se interessem pelas áreas.
“O fato é simples de ser entendido: faltam pediatras, médicos da família e faltam clínicos gerais. E essa falta tem se mostrado cada vez mais problemática e com graves consequências, em especial num período delicado como o da formação de uma criança”, alertou Santos.
Uma pesquisa realizada pela indica que quase um quarto dos municípios brasileiros têm carência desses profissionais. O número é assustador: 23,1% dessas cidades não têm pediatras, médicos da família ou clínicos gerais. O estudo revelou ainda, que a demora, em média, é de 8,6 meses para o preenchimento de uma vaga de pediatria.
No momento da pesquisa, 46,1% dos locais entrevistados tinham ao menos uma vaga disponível para um pediatra. Nas outras especializações, como médico da família e clínico geral, o problema é semelhante. A baixa remuneração nessas carreiras faz com que exista, no mercado, pouco titulados – o que gera, enfim, todo este problema.
Todavia, a pesquisa indicou também que boa parte dos atuais profissionais tem pouca experiência para assumir as vagas existentes, o que termina por contribuir para o déficit dessas carreiras.
Urge, evidentemente, que todo um esforço dos órgãos públicos seja feito para sanar essa deficiência, que termina por comprometer o atendimento prestado à população.
“Para o sucesso desse programa, é evidente que incentivos precisarão ser oferecidos para atrair o jovem formando e quase residente para essas áreas profissionais. Sem dúvida, o maior desses incentivos é uma política salarial diferenciada”, destacou ele.

Qua, 11 de Abril de 2012

O Estado de Mato Grosso poderá ganhar, já nos próximos meses, o Programa Permanente de Especialização nas áreas de Pediatria, Medicina da Família e Clínica Geral. O deputado Nilson Santos (PMDB) apresentou projeto de lei que cria os programas, com o objetivo de oferecer incentivos para que os futuros residentes se interessem pelas áreas.

“O fato é simples de ser entendido: faltam pediatras, médicos da família e faltam clínicos gerais. E essa falta tem se mostrado cada vez mais problemática e com graves consequências, em especial num período delicado como o da formação de uma criança”, alertou Santos.

Uma pesquisa realizada pela indica que quase um quarto dos municípios brasileiros têm carência desses profissionais. O número é assustador: 23,1% dessas cidades não têm pediatras, médicos da família ou clínicos gerais. O estudo revelou ainda, que a demora, em média, é de 8,6 meses para o preenchimento de uma vaga de pediatria.

No momento da pesquisa, 46,1% dos locais entrevistados tinham ao menos uma vaga disponível para um pediatra. Nas outras especializações, como médico da família e clínico geral, o problema é semelhante. A baixa remuneração nessas carreiras faz com que exista, no mercado, pouco titulados – o que gera, enfim, todo este problema.

Todavia, a pesquisa indicou também que boa parte dos atuais profissionais tem pouca experiência para assumir as vagas existentes, o que termina por contribuir para o déficit dessas carreiras.

Urge, evidentemente, que todo um esforço dos órgãos públicos seja feito para sanar essa deficiência, que termina por comprometer o atendimento prestado à população.

“Para o sucesso desse programa, é evidente que incentivos precisarão ser oferecidos para atrair o jovem formando e quase residente para essas áreas profissionais. Sem dúvida, o maior desses incentivos é uma política salarial diferenciada”, destacou ele.


Fonte: O Documento

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