Casos de malária crescem cerca de 70% em Alta Floresta
Fonte: Só Notícias/Karoline Kuhn
Pelo menos 76 casos de malária foram identificados em Alta Floresta entre janeiro e outubro, pelo departamento de Vigilância Ambiental, sendo que apenas dois foram contraídos no município. O número geral é superior ao mesmo período do ano passado, informa o coordenador do departamento, Claudiomiro Vieria. “Está acima de 2010, em torno de 70%. Está principalmente associado a retomada dos trabalhos garimpeiros na região do Pará”, explicou, ao Só Notícias.
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Os números preocupam “porque, apesar de apenas dois casos com origem em Alta Floresta, todas as pessoas [que contraíram fora] notificadas acabam sendo altaflorestenses e, até procurarem a unidade de saúde, se tornam hospedeiros em potencial”, disse.
A recomendação do coordenador é para que todos os moradores com febre e dor no corpo procurem as unidades de saúde. Deste modo, recebem informações sobre a doença e fazem os testes. Caso resultado seja positivo, as medicações já são disponibilizadas gratuitamente. “Os medicamentos contribuem para que os pacientes deixem de ser hospedeiros em potencial”, destacou.
Trabalhos educacionais, repassando informações sobre a doença, continuam sendo realizados.

 Pelo menos 76 casos de malária foram identificados em Alta Floresta entre janeiro e outubro, pelo departamento de Vigilância Ambiental, sendo que apenas dois foram contraídos no município.

O número geral é superior ao mesmo período do ano passado, informa o coordenador do departamento, Claudiomiro Vieria. “Está acima de 2010, em torno de 70%. Está principalmente associado a retomada dos trabalhos garimpeiros na região do Pará”, explicou, ao Só Notícias.•Siga Só Notícias no TwitterOs números preocupam “porque, apesar de apenas dois casos com origem em Alta Floresta, todas as pessoas [que contraíram fora] notificadas acabam sendo altaflorestenses e, até procurarem a unidade de saúde, se tornam hospedeiros em potencial”, disse.A recomendação do coordenador é para que todos os moradores com febre e dor no corpo procurem as unidades de saúde.

Deste modo, recebem informações sobre a doença e fazem os testes. Caso resultado seja positivo, as medicações já são disponibilizadas gratuitamente. “Os medicamentos contribuem para que os pacientes deixem de ser hospedeiros em potencial”, destacou.Trabalhos educacionais, repassando informações sobre a doença, continuam sendo realizados.

Fonte: Só Notícias

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